Influencer e advogada, Vivi Almada fala do equilíbrio entre vida profissional, digital e maternidade

Em uma fase de plena reinvenção, a advogada e influenciadora Vivi Almada personifica a maturidade que não teme o novo. Parte do exército de mães que, ao mesmo tempo, são profissionais, Vivi equilibra carreira, vida digital e laços familiares sem abdicar da autenticidade, transformando habilidades em ferramentas de conexão dentro de casa e nas redes

Onivaldo Neto
onivaldo@ootimista.com.br

Entre a dinamicidade das redes sociais, a rotina jurídica e os laços familiares, Viviane Almada – ou apenas Vivi, como se apresenta nas redes sociais – construiu uma trajetória marcada pela autenticidade. Aos 50 anos, a advogada e influenciadora digital divide o tempo entre projetos profissionais, a preparação para o casamento com o profissional do mercado financeiro Clécio Neto e a maternidade de João Marcelo, de 20 anos, e Zenilo Neto, de 16, com quem também apresenta o podcast “Conexão Real”. Em conversa com o Tapis Rouge, Vivi reflete sobre maternidade, carreira na internet, propósito e os desafios de equilibrar múltiplas versões de si mesma sem abrir mão da individualidade.

Mamãe real
Ser mãe está longe de ser uma experiência idealizada, para Vivi. “Representa não só um momento de amor genuíno e incondicional, mas um desafio muito grande. Eu não romantizo a maternidade. É um amor que transcende qualquer outro amor existente, porém é realmente desafiador. Principalmente em relação à criação dos filhos, de como prepará-los para a sociedade, como torná-los homens responsáveis, que sabem o seu papel, inclusive com suas futuras namoradas e esposas. Isso é bem desafiador”, pontua.

A criação baseada em empatia e responsabilidade social é um dos pilares que busca transmitir diariamente aos filhos. “Que eles sejam pessoas generosas, que estejam sempre buscando o que fazer pelo outro, buscando o respeito às pessoas, sabendo que todas as pessoas são iguais, ninguém é melhor do que ninguém. Isso é um princípio, inclusive, que vem dos meus pais, enraizado em mim e nas irmãs, e estamos ensinando para os nossos filhos. É aquele ditado: ‘fazer o bem sem interessar a quem’”, comenta.

Conexão dentro e fora da internet
Entre reflexões sobre autoestima, identidade, moda e bem-estar, Vivi consolidou uma presença expressiva nas redes sociais — acumulando mais de 60 mil seguidores em uma delas. Contudo, a trajetória no universo digital, revela, surgiu em um momento de reinvenção. “Minha trajetória como influenciadora começou na pandemia. Eu tinha três lojas, era uma franquia. Por causa da pandemia, fechei essas três lojas e comecei a trabalhar na internet. Tive muita dúvida no início, mas a coisa foi acontecendo. Hoje, já tem quase 7 anos que trabalho com a internet. Atualmente, tenho também um projeto chamado ‘Conexão Real’, que se desdobra em um podcast e um evento com mulheres”, discorre.

Ao comentar sobre o equilíbrio entre carreira e maternidade, Vivi, que está sempre conectada, rejeita a ideia de perfeição como meta. “Eu equilibro porque não quero ser perfeita, por isso consigo equilibrar. Digo que nas minhas imperfeições, eu tento ser a melhor mãe, assim como eu tento ser a melhor profissional, tanto na minha área jurídica, quanto na minha área de digital influencer”.

Por vir
Voltada para o futuro, ela afirma que os próximos passos seguem conectados ao desejo de construir relações e expandir projetos. “A meta é nunca parar, nunca descansar, estar sempre conectando pessoas, fazendo bem. O meu plano no meu trabalho jurídico é a longo prazo (…) vou também lançar um batom vermelho, que é a minha marca registrada. Tenho muitos planos profissionais, inclusive, para os meus filhos. No âmbito pessoal, vou me casar e quero ter uma família unida, acho isso muito importante”, almeja.

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