A espera finalmente acabou para os fãs de Beyoncé. Após uma ausência de uma década, a “Queen B” fez triunfal retorno ao tapete vermelho do Met Gala nesta segunda-feira, 4, não apenas como convidada, mas ocupando o prestigiado posto de coanfitriã da noite. Como o nome mais aguardado do evento, a cantora parou o Metropolitan Museum of Art com uma produção que une alta-costura e mensagens enigmáticas. O visual escolhido carrega um peso histórico para a indústria da moda: trata-se do primeiro projeto solo de Olivier Rousteing desde que deixou a direção criativa da Balmain no ano passado.
A peça, que destaca uma impressionante caveira esculpida em cristais, marca o início de uma nova fase para o estilista e, possivelmente, para a própria artista. A estética sombria e luxuosa do look acendeu imediatamente as especulações nas redes sociais e entre especialistas. O uso da iconografia da caveira é visto como um forte indício de que Beyoncé está prestes a lançar o primeiro single de seu próximo álbum, que, segundo rumores persistentes, deve mergulhar em uma sonoridade voltada ao Rock.
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