Quer aprender a cozinhar, mas não sabe por onde começar? Em Fortaleza, diversos espaços oferecem cursos de gastronomia para quem deseja dar os primeiros passos na cozinha ou aprimorar as técnicas culinárias
Emanuel Furtado
emanuelfurtado@ootimista.com.br
A pandemia despertou em muita gente a vontade de aprender a cozinhar ou aprimorar seus dotes culinários. Você é uma dessas pessoas? Já pensou em ser chef? Além de cursos universitários na área de gastronomia, a capital cearense dispõe de alguns espaços que oferecem cursos profissionalizantes e experimentais para você dar os primeiros passos, liberar os seus dotes culinários e criar saborosos pratos: a Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco, o Laboratório de Experiências Gastronômicas e o Senac. Confira!
LEG
Recém-inaugurado, o Laboratório de Experiências Gastronômicas (LEG) é um espaço que se propõe a reunir e promover o melhor do universo da culinária local e do mundo. “O LEG é um lugar que materializa o conceito ‘Sofisticadamente Simples’, a partir da crença de que comer e beber bem alimenta a alma, sendo capaz de mudar um dia e uma história, além de resgatar e criar memórias afetivas”, explica o chef Thales Romão, sócio-proprietário do LEG.
O espaço oferece cursos práticos de culinária, cookshow, eventos, degustações e FoodLab, além de servir de estúdio para gravações e lives. A programação mensal do laboratório é pensada e criada para todos os públicos, desde “Fundamentos e Técnicas Essenciais”, destinado às pessoas que desejam dar os primeiros passos na cozinha, ao curso de inovações para c atering e buffet, para quem já atua na área. Também oferta cursos de cozinha Italiana, francesa, asiática, coreana e também vegana.
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@legfortaleza
EGSIDB
A Escola de Gastronomia Social Ivens Dias Branco, gerida pelo Instituto Dragão do Mar, oferece cursos básicos e profissionalizantes de gastronomia, incluindo cozinha quente, panificação, confeitaria e empreendedorismo, com foco na formação de cozinheiros auxiliares nas respectivas áreas escolhidas. Por conta da pandemia, a escola está ofertando somente cursos básicos on-line, com programação mensal divulgada no início de cada mês e inscrições divididas em dois ciclos por mês. Todas as atividades são gratuitas, mediante inscrição e processo seletivo.
Para Selene Penaforte, superintendente da escola, a determinação, a atenção e a vontade de aprender é fundamental para quem deseja trabalhar na cozinha. “A compreensão das técnicas de preparo e da origem dos alimentos, bem como sua importância para a nossa cultura também ajudam o profissional de cozinha a trilhar um bom caminho nessa carreira. Alunas e alunos que passam pelas formações da Escola de Gastronomia Social, além de técnicas e receitas, têm acesso a conteúdos que provocam a reflexão sobre o papel da alimentação dentro da cultura, promovendo novas perspectivas. Portanto, todos estão aptos a concorrer a uma vaga no mercado de trabalho, como auxiliares de cozinha, panificação ou confeitaria, dar os primeiros passos no empreendedorismo ou mesmo aprimorar atividades já desempenhadas”.
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Site www.gastronomiasocial.org.br / Instagram: @escolagastronomiasocial / (85) 3248-8091
SENAC
O Senac é a primeira escola de Gastronomia do Brasil. Em vários estados do País, incluindo o Ceará, a instituição oferta uma diversidade de cursos livres, de qualificação profissionalizante, de aperfeiçoamento, de nível técnico e superior para quem busca iniciar o caminho de se tornar chef de cozinha. Segundo a consultora de Gastronomia do Senac, Vanessa Santos, os cursos são para todas as pessoas, sem nenhum tipo de pré-requisito.
“O aperfeiçoamento em geral é para quem já tem experiência profissional. A qualificação já é para aprofundamento mesmo – cozinheiro, padeiro, salgadeiro – e o nível técnico já é um diploma reconhecido no mercado e tem a mesma intenção de todos os cursos técnicos”, explica ela. “A gastronomia se apresenta como uma prática interdisciplinar que, como tal, exige diversos conhecimentos. Estamos falando de uma necessidade primeira, que representa os grupos sociais de diversas formas, inclusive servindo como linguagem e sempre sendo inclusiva. Portanto, para a prática profissional, sugerimos que a trilha do conhecimento seja seguida toda – cursos livres, qualificação, técnico e superior -, pois em todos estes momentos será um aprendizado diferente e importante”, complementa a consultora.


















