Luana Piovani afirma estar apaixonada, mas descarta casamento: ‘nem se Jesus descer’

Luana Piovani afirmou estar vivendo um momento de paixão, mas descartou categoricamente a possibilidade de se casar novamente, chegando a dizer que nem mesmo “se Jesus descer do céu” ela consideraria essa hipótese. As declarações foram feitas durante sua participação no podcast PodDelas, na última quarta-feira (22), onde ela compartilhou suas opiniões sobre relacionamentos e convivência.

Luana descreveu sua sorte por estar apaixonada, mas enfatizou que essa relação funciona justamente por não haver planos de oficialização. “Não caso de novo nem se Jesus descer do céu e me pedir. Dentro da mesma casa, toalha molhada em cima da cama a vida inteira. Tenho ódio”, disse Luana. Ela ainda citou o que não suporta nos homens em casa: “Passa a toalha naquele bundão cheio de pelo que eles têm, zona do agrião, cheiro insuportável. A pia cheia de pelos curtos”, disse a atriz.

A atriz namora o empresário e fotógrafo Lucas Bitencourt desde 2021. E apesar do posicionamento, exaltou o companheiro: “Estou apaixonada. Tenho essa sorte grande, nascido no Brasil, mas foi criado em Londres. Obrigada Deus, um lorde”.

A ex-modelo não poupou críticas quando falou sobre convivência doméstica, revelando suas irritações com toalhas molhadas sobre a cama e outros hábitos masculinos que a incomodam profundamente. “Não suporto toalha molhada em cima da cama a vida inteira. Tenho ódio”, disse a atriz, descrevendo detalhadamente situações que a incomodam, como o hábito dos homens de passar a toalha na região íntima.

A atriz, que foi casada com o surfista Pedro Scooby entre 2013 e 2016 e tem três filhos com ele, também abordou a difícil decisão de separar-se do filho mais velho, Dom, de 11 anos, que está prestes a se mudar para o Brasil para viver com o pai. Apesar do desafio emocional, Luana enfatizou que acredita ser importante aceitar os processos da vida e reconhecer quando certas decisões são necessárias, mesmo que dolorosas. “O coração fica muito apertado, mas tudo na vida é um processo. Tomei a decisão que ele viria no começo do ano passado. Me sentia a pior mãe do mundo. Sangrei, morri, mas fui entendendo que não adianta insistir em um erro. Não adianta eu idealizar um filho”, disse.

Confira a entrevista:

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