Ainda que países europeus tenham flexibilizados suas medidas de imigração e segurança para receber turistas no verão do continente, o resultado foi aquém do esperado. Na França, espaços tradicionalmente turísticos, como o Museu do Louvre e o Palácio de Versalhes, registram queda de público e faturamento nos últimos meses.

No verão do ano passado, os turistas estrangeiros representavam 75% dos visitantes do Louvre e 80% de Versalhes. No entanto, americanos, chineses, japoneses, coreanos, indianos, brasileiros, canadenses e turistas de outras nacionalidades foram impedidos de ir à França neste verão.

A esperança das empresas que administram estes espaços seria de que a reabertura no verão pudesse compensar os meses que os equipamentos ficaram fechados devido à pandemia. O Louvre registrou uma perda de 40 milhões de euros em seus rendimentos, em comparação ao ano anterior.

No Palácio de Versalhes, o verão de 2020 recebeu apenas um terço dos visitantes do mesmo período de 2019. Com a absência de turistas, as perdas devem chegar a 45 milhões de euros desde que suas portas foram fechadas, segundo a presidente do equipamento, Catherine Pégard.