Cozumel seria “só” mais um dos muitos recantos do caribe mexicano de areia clara, água cristalina e ruínas da civilização Maia. Isso os anos 1960, quando o oceanógrafo e ativista ambiental Jacques Costeau descobriu nas proximidades da ilha a segunda maior barreira de corais do mundo – em extensão, perde apenas para a Grande Barreira da Austrália.

Os recifes de corais ficam em águas rasas, a uma profundidade média de 30 metros. Por isso a visibilidade da vida marinha é alta em qualquer ponto ou tipo de mergulho, tanto com equipamentos (há várias empresas de aluguel de equipamento, tanto certificadas quanto as instaladas em barracas improvisadas, além dos hotéis que oferecem o serviço), quanto com snorkel. Isto fez com que a ilha ficasse em evidência e transformasse o local, que antes vivia principalmente da pesca, em um dos maiores atrativos turístico do México.

De frente para a Riviera Maia, a 70 km de Cancun e a 50 minutos de ferry boat de Playa del Carmen, a ilha vulcânica é a maior do México e tem uma área quase duas vezes maior que Fortaleza, onde vivem aproximadamente 100 mil pessoas.

Essa localização privilegiada põe Cozumel na rota dos grandes cruzeiros, o outro perfil principal de visitante, além dos mergulhadores. Como é zona livre de impostos, as ruas do centro são repletas de lojas de todos os tipos e há uma grande concentração de lojas de grife e joalherias.

Para ir, não são aconselhados os meses de agosto e setembro, pico da temporada de furacões, que oficialmente se estende de julho a novembro. No entanto, o fluxo de turistas de todo lugar do mundo continua intenso na temporada, já que os preços ficam mais baixos.

A partir de Fortaleza, os voos mais práticos são oferecidos pela pela Copa, com conexão na Cidade do Panamá; Mais informações na Casablanca Turismo (85 3466.6000).